Publicado por: Google | 13/11/2009

MUITO ALÉM DE UM GUITAR HERO

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Quando o nome de Jimmy Page é mencionado, a imaginação de muitas pessoas desinformadas e preconceituosas logo é povoada por imagens estereotipadas do guitarrista daquela banda dos anos setenta que se drogava, tinha relações sexuais promíscuas com as fãs e – a mais grave de todas – era seguidor de Satã!

Page realmente se drogou demais, comeu muitas groupies e flertou intensamente com o ocultismo na década de setenta. Várias de suas histórias envolvendo drogas, sexo e magia negra fazem parte das maiores lendas do Rock. Na verdade, o guitarrista do Led Zeppelin teve um estilo de vida igual – se comparado com alguns casos, até mesmo bem mais leve – ao de outros rockstars setentistas. O que tornou as suas histórias mais famosas do que a dos outros foi a sua fama. Afinal de contas, o Led Zeppelin é considerada tanto por fãs quanto imprensa, a melhor banda dos anos setenta – alguns dizem de todos os tempos – e Jimmy Page é uma espécie de deus para nove de cada dez guitarristas, não importa se estes são rockstars consagrados ou humildes guitarristas de garagem que estão começando a dedilhar os seus primeiros acordes.

Entretanto, um lado de Page que infelizmente poucas pessoas conhecem é o de sua consciência social. Desde a metade dos anos noventa, o guitarrista vem apoiando e contribuindo com diversos projetos sociais. O mais curioso disso é que as ações sociais apoiadas pelo guitarrista ocorrem no nosso país. Sim, é isso mesmo! Jimmy Page apóia e financia vários projetos sociais voltados para as crianças carentes do Brasil.

Quando veio ao Brasil pela primeira vez em 1975, o guitarrista viajava a negócios. Ele veio junto com o empresário do Led Zeppelin, Peter Grant, negociar algumas datas para apresentações da banda no país que infelizmente acabaram não acontecendo. Durante a sua estadia de duas semanas no Rio de Janeiro, Jimmy Page ficou encantado e chocado com as belezas naturais e a pobreza da cidade.

Quando veio ao Brasil em 94, dessa vez junto com o seu ex-companheiro de banda, o vocalista Robert Plant, para divulgar o trabalho dos dois No Quarter, o guitarrista se chocou novamente com a questão da pobreza no Rio de Janeiro – que a essa altura já estava bem pior do que em 75 – e, sensibilizado por um distúrbio acontecido na favela que ficava perto de seu hotel, resolveu tomar uma atitude para ajudar as crianças carentes que sofrem com essas situações.

MF27377Em 98, a ONG britânica Task Brasil Trust, que supervisiona desde 92 projetos no país visando as necessidades de crianças carentes e adolescentes grávidas do Brasil, recebeu uma generosa contribuição de 130 mil dólares de Jimmy Page e pode finalmente iniciar os seus trabalhos no Brasil. Com uma parte desse dinheiro a ONG fundou no bairro de Santa Teresa a Casa Jimmy. Atualmente essa instituição recebe cerca de um milhão por ano de contribuições do guitarrista e serve de abrigo para vinte e cinco crianças carentes e adolescentes de rua com seus filhos recém-nascidos.

Além da Casa Jimmy, o guitarrista é presidente de honra e fundador, junto com a sua esposa de descendência argentina Jimena Page, da organização beneficente Action for Brazil’s Children Trust(ABC Trust). Dentre as várias iniciativas apoiadas pela ABC Trust desde 95 – ano de sua fundação -, a de maior destaque é o projeto Grãos de Luz e Grio. Desenvolvido na cidade de Lençóis, no interior da Bahia – local onde Pageabc_master tem uma casa -, o Grãos de Luz educa cerca de duzentas crianças, adolescentes e jovens através de oficinas de arte, artesanato, música, dança e etc. Já o projeto Grio, que é uma ramificação do Grãos de Luz, visa o ensinamento da história oral e de tradições afro-brasileiras, além de apoiar projetos escolares voltados para a cultura local, as crianças da instituição.

O projeto foi premiado em 2003 pela UNICEF Brasil como o melhor projeto social e educacional daquele ano. Em 2005, Jimmy Page recebeu o título de cidadão honorário do Rio de Janeiro em razão de suas contribuições as crianças carentes da cidade e foi condecorado com a Ordem do Império Britanico pela Rainha Elizabeth II pela mesma razão.

Através da Task Brasil e da ABC Trust, Page apóia e contribui com uma infinidade de projetos sociais em beneficio das crianças carentes brasileiras e, sempre que possível, organiza leilões beneficentes visando arrecadar fundos para os projetos apoiados pelas instituições.

Jimmy Page já declarou várias vezes que se sente muito feliz pelo trabalho feito pelas instituições e por poder ajudar as crianças carentes brasileiras. Na minha opinião, eu acho que nós, brasileiros, é que temos que agradecer o carinho que esse deus da guitarra e sua esposa demonstram pelo nosso país através de seus projetos que ajudam e já ajudaram a modificar a realidade de muitos jovens abandonados pelo poder público que não tinham nenhuma perspectiva de vida. Obrigado de coração, Jimmy e Jimena!

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Jimena Page com algumas crianças beneficiadas pela ABC Trust

 

PS: infelizmente eu não pude escrever sobre os outros projetos sociais que o Jimmy Page apóia no Brasil. Também pudera! Se eu escrevesse sobre todos eles, teria que abrir uma série nova na Fazenda. Mas, pra você que se interessou em saber mais sobre a Task Brasil e a ABC Trust, aí vão os endereços virtuais das instituições:

http://www.taskbrasil.org.uk/index.cfm?contentid=58

http://www.abctrust.org.uk/language.html

 

 

Publicado por: Mocota Master | 13/11/2009

ASSIM FILOSOFOU DOM MAIA

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abre_aspasO mundo só vai ficar melhor depois que terminar o dinheiro. Porém, que não me falte nenhum enquanto ele não terminarfecha_aspas

Publicado por: Capela | 12/11/2009

GUIA PARA A ELABORAÇÃO DE UM CURRÍCULO COMPETITIVO

Vivemos numa sociedade competitiva na qual somos instruídos desde crianças a nos tornarmos vencedores  seja através da escola ou no âmago das nossas famílias. Aprendemos cedo que só os fortes sobrevivem.

Quando concluimos o nosso estágio inicial de formação e adentramos no mercado de trabalho vemos a luta acontecer de perto. Brigamos ferozmente pelos melhores cargos e salários.

A importância de um bom currículo

O que passa desapercebido por uma infinidade de trabalhadores batalhadores é a noção de que o grande diferencial nos processos de recrutamento e seleção começa na construção de um bom currículo.

Vejam bem, hoje a competição esta tão desleal que até para garantirmos o nosso ganha pão através da marginalidade precisamos apresentar de forma clara e objetiva as nossas habilidades e competências para assumir essa função.

Então, meu incauto leitor aspirante à traficante bandidãomauzãochatoprabolinho, também estamos preocupados com a sua inserção nesse nicho de mercado tão restrito e por essa razão apresentamos este GUIA PARA A ELABORAÇÃO DE UM CURRÍCULO COMPETITIVO.

Tráfico: nicho de mercado restrito

Primeiramente coloque uma foto bem bonita, de preferencia uma da época em que você ainda tinha todos os dentes. Afinal, a aparência é o que conta no seu futuro trabalho.

Feito isso, acrescente algumas informações relevantes sobre você, tais como: nome; endereço; telefone; idade. Esses dados podem parecer insignificantes, mas eles tem as suas importâncias num processo de  seleção. Por exemplo, o lugar onde você mora pode falar muito sobre você.

Em seguida, apresente de forma sucinta o seu objetivo, ou seja, quais são as suas pretensões. Você quer ser fogueteiro,  aviãozinho ou  o gerente do pó de 2+1 ?

Agora entramos na parte mais importante do nosso guia, nas suas qualificações e aptidões profissionais. Aqui você deve descrever o que te faz competente para assumir o cargo que você almeja. Não seja breve, fale sobre as suas capacitações, cursos, …  Se for preciso vale mentir aqui!

Caso você tenha alguma experiência profissional anterior, vale citar. Coloque o lugar e o período e as atividades que você exerceu.

Currículo - Band

Na hipótese de existir qualquer dúvida com relação as informações antepostas, consulte este modelo e adote-o como referencia para a elaboração do seu currículo.

Publicado por: Buzina | 12/11/2009

SUPER MARIOS BROS Z – EP 03

Super Mario Bros Z

Continuando a incrível Saga de Super Mario Bros Z, hoje traremos o terceiro episódio dessa animação sensacional, uma mistura muito benfeita dos universos de Mario Bros e Sonic, com a estética e estilos de luta de Dragon Ball, é isso aí amigos, aproveitem.

Super Mario Bros Z - EP03Anteriormente em Super Mario Bros Z:

O Reido do Cogumelo vivia em paz, o Rei Bowser Koopa estava sumido desde sua última derrota para nosso herói bigodudo e todos estavam felizes. Na tranquilidade dos vales, um pequeno Goomba encontra uma estranha pedra e um misterioso ser aparece para reclamar a propriedade dela…
Enquanto isso os irmão Mario, Luigi Mario e Mario Mario estão disputando uma tradicional corrida de Kart, com suas contrapartes malvadas, Wario e Waluigi, tudo correndo bem, até as previstas trapaças dos vilões são normais. Até que aparece Bowser e começa ma alucinante luta contra Mario, a luta parecia pender para o lado do encanador, quando Bowser, com a juda de Kamek que trazia um Metal Mushorron, que transforma o Rei Koopa em Metal Bowser, deiaxando a luta fica desigual.
Quando tudo parecia perdido e Kamek ainda havia feito nossa querida Princesa Peach Toadstool de refém, aparecem dois porcos-espinhos super velozes e ajudam nosso herói a resolver a situação.

SUPER MARIO BROS Z – ABERTURA

SUPER MARIO BROS Z – EP 03

BÔNUS – WARP TO WORLD 6-9

Todos os créditos ao gênio criador:
Alvin-Earthworm
http://alvin-earthworm.deviantart.com
http://alvin-earthworm.newgrounds.com
Bônus:
Benefit – Warp to World 6-9

Assista ao episódio anterior

Publicado por: Desenhista | 12/11/2009

QUADRINHOS INGLÓRIOS

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Clique nos quadrinhos para ampliá-los!!!

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ascenção e queda da chamada ‘suprema ars mimesis moderna’

Só se falava nisso. Os principais meios de comunicação (tradicionais e alternativos) divulgaram bastante o novo status alcançado pela arte contemporânea, principalmente no meio musical. As grandes bandas, com seus gênios criadores, passaram a um segundo plano e a população começou a dar uma maior atenção às bandas cover. Em um primeiro momento, os principais críticos e experts no assunto diviram-se nas mais diversas opniões, e com o tempo, o ‘racha’ foi superado e a nova onda mimética foi aceita como um movimento natural e pertinente, dentro das dinâmicas de flutuação cultural da arte ocidental atual. Alguns acadêmicos chegaram até a associá-lo a alguns casos isolados de imitação artística que aconteceram em civilizações Orientais bem desenvolvidas culturalmente e no limite, em civilizações autóctones do hemisfério Sul. A arte poética de Horácio recebeu diversas novas interpretações nas milhares de teses que brotaram nesse meio tempo. O mercado de ‘massa’ voltou seus grandes investimentos para as chamadas bandas covers (bandas que não tocam músicas próprias), e qualquer tentativa de criação e inovação era renegado a guetos extremamente pequenos de pessoas tratadas como reacionárias. Os principais artistas que haviam criado até o momento (não tão mais principais) por um lado perderam o seu público, mas por outro passaram a ganhar muito mais do que ganhavam (até então) com os direitos autorais. Produtores bolavam diversos tipos de espetáculo; não era incomum acontecerem shows onde as bandas ‘originais’ abriam o show de suas bandas covers, festivais eram feitos onde todas as atrações eram cover de uma mesma banda – os mais badalado e disputados eram os que todas as atrações tocariam as mesmas músicas.
Tudo ia muito bem, até que surgiu um boato acerca da presença de músicos da banda ‘original’ em umas das mais ouvidas e badaladas bandas cover do momento, Essa fraude mobilizou um grande debate sobre ética nos meios artísticos e culturais e desestabilizou o mercado de bandas cover. A disconfiança reinava entre fãs e críticos. Até Chico de Holanda um grande interprete do Famoso músico e compositor Francisco Buarque foi acusado de, na verdade, ser , desde sempre, o verdadeiro compositor das obras que supostamente fazia cover, sendo Francisco Buarque na verdade um ‘laranja’ de um esquema grande e longo esquema montado para ocultar os dotes criativos de Chico de Holanda, que desde muito tempo esperou um dia se lançar como um grande músico cover. Até as obras de Franscico Buarque foram investigadas no ímpeto de descobrir se a possibilidade -  ‘não tão remota’  - de as gravações de Francisco Buarque serem de outrem, e dele sempre ter feito playback. A história criou grande impacto e desconforto no mundo da música, mas nada acabou sendo provado.

(extraído de “Cuca Fudida”)

Publicado por: Mocota Master | 10/11/2009

MEU AMIGO MATEUS EM: TRATO É TRATO

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Eu tenho um amigo chamado Mateus. Você, com certeza também tem um amigo Mateus. Não importa se na realidade o nome dele é Thiago, Vágner, Ghlauber ou Eduardo, um de seus amigos deve ser o seu amigo Mateus.

Vou explicar essa ladainha que, à primeira vista, carece de sentido. Mateus é o cidadão desprovido de vigília da fortuna, que por mais virtuoso e boa praça que seja, acaba sempre traído pelas artimanhas do debochado destino. Em outras palavras, Mateus é aquele cara que sempre se fode. Logo, estou certo que qualquer um, mas qualquer um mesmo que ler essa pequena e humilde porcaria conhece um Mateus.

Pois então, meu amigo Mateus se chama Mateus e se fode como ninguém. Como da vez em que o camarada tinha uma séria questão a resolver. E a parada era um problema de macho, que tinha que ser resolvido em uma das nossas manifestações mais animalescas, a briga de rua.

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O motivo da discórdia

A questão envolvia umas pipas que foram levadas na mão grande. Na época, a gente era moleque. Tínhamos uns 12, 13 anos e as pipas ainda pareciam coisa muito séria. Embora fossem baratas e facilmente compráveis — pelo menos antes do advento da internet discada gratuita — a moral de um fedelho que já se acha homem tinha sido ferida e isso significava que a questão deveria ser resolvida na porrada.

O Caverna aos 16 já era um monstro

Mateus, então tinha que enfrentar o Caverna. Caverna era um moleque mais velho, devia ter uns 16 anos na época e era muito mais forte que todos os outros moleques. Fã incondicional de Jean-Claude Van Damme, ele tinha enveredado pela arte do Full-Contact e era muito forte, rápido e bom de porrada. Mas, nosso astuto herói, para enfrentar esse Golias, já tinha bolado um plano de dar inveja a qualquer Davi.

O negócio era simples: em briga de molequinho há uma regra irrevogável, quem dá a primeira porrada ganha. Se valendo dessa antediluviana sentença e se valendo de nossa antiga e preclara amizade, o menino Mateus me propôs um trato. Haveria uma pelada da galera da rua, com o pessoal da praça, onde o Caverna morava. Por alguma razão banal, Mateus discutiria com o grandalhão e se aproveitaria de um momento de distração para dar um direto certeiro no Golias suburbano. Aí então, eu, o superamigo, o Chapolin em questão, entraria na parada para separar e conter, com a ajuda da turma do deixa disso o búfalo em que se transformaria o Caverna.

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O Pai do Caverna era lutador de Telecatch...

Soco dado, briga ganha. O cálculo era rudimentar, bastante simples, mas atraente. Mateus me fez prometer que eu separaria a briga após seu primeiro soco. Eu, como bom amigo, aceitei e então firmamos o pacto com a frase: “trato é trato”, que ficou martelando durante dias na minha cabeça.

No dia do jogo, o clima de tensão estava no ar. Não bastasse a adrenalina comum das peladas disputadas contra o pessoal de outra área, me batia a “neura” do plano de Mateus vir a falhar. Mateus por outro lado, estava imbuído do espírito da vitória. Parecia mesmo tocado pela deusa Niké (nada a ver com o material esportivo). Mateus que era fã dos filmes da Sessão da Tarde, parecia acreditar nas histórias como a de Jerry Mitchell, o nerd que dá uma acachapante e pedagógica surra no valentão-psicopata, Buddy Revell,  em “Te Pego lá Fora”. Para Mateus parecia que nada poderia dar errado.

A coisa seguia dentro do roteiro esperado. Na quadra, já estávamos levando uma habitual sacolada, que daquela vez passava já dos dez gols de vantagem para o time adversário. Mateus, nosso beque, que já havia sido xingado de todos os mais belos nomes possíveis pelos companheiros de equipe, carregava um sorriso safado no canto do rosto.

De repente, acontece. Bola dividida, Mateus pisca para mim e empurra o Caverna. Eu chego pra perto da confusão. O Caverna pergunta se ele tinha perdido a noção da realidade e o amor a vida. Já estou posicionado estrategicamente para conter o gigante suburbano. Mateus arma o golpe. Lá vem o soco. Os punhos de Mateus se movimentam e…

"...Caverna Esmaga..."

"...Caverna Esmaga..."

Mateus enfrenta o choque da realidade. Ali Mateus aprendera que a vida não é nenhum filme de Sessão da Tarde.

Nosso Davi juvenil leva o primeiro soco. Agora leva o segundo. Cai. Tenta se levantar. Mais um soco. Mais outro. Mais um… mais dois… O que se via ali naquela quadra era um massacre. O sangue de Mateus já jorrava sob o sol escaldante do inferno do Rio de Janeiro. Depois de moer nosso herói na porrada,  talvez por um resquício de piedade no coração, talvez pelo simples prazer de humilhar um raquítico Dom Quixote carioca, Caverna para com o massacre, dá as costas e sai praguejando: “moleque maluco, quiéque ele tava pensando!? Que ia dar dentro comigo?”

Eu fui ao socorro de Mateus. Me preocupava o lastimável estado em que o incauto moleque se encontrava. Levantei-o fazendo alguma força e perguntei se estava tudo bem. Após cuspir um dente, Mateus pergunta: “Porra o que é que você acha, caralho?? E, porra, por que é que você não separou a briga??”. Eu ali demonstrei o valor de minha palavra: “Você pediu pra eu separar depois do seu primeiro soco. Fiquei esperando!!”

Afinal, trato é trato.

Publicado por: Buzina | 10/11/2009

SUPER MARIO BROS Z – EPS 01 E 02

Super Mario Bros ZVocês conhecem Super Mario Bros Z?
Pois bem, eu também não conhecia, mas é uma das animações mais divertidas que ví nos últimos tempos.
Se você gosta de Mario Bros e gosta de Dragon Ball, simplesmente vai se deliciar com SMBZ. A animação feita em Flash de um Crossover fantástico com os personagens do Mario Bros e Sonic e com a estética totalmente inspirada em Dragonl Ball. Lutas em alta-velocidade, Raios de Energia, explosões, tudo que normalmente vemos em Dragol Ball, mas com o simpático Bigodudo da Nintendo e o Porco-Espinho da Sega. Esses serão os dois primeiros episódios de um total de seis que completam a saga toda. Agora chega de enrolação, vamos ao que interessa:

SUPER MARIO BROS Z – ABERTURA

SUPER MARIO BROS Z – EP 01

SUPER MARIO BROS Z – EP 02

Todos os créditos ao gênio criador:
Alvin-Earthworm
http://alvin-earthworm.deviantart.com
http://alvin-earthworm.newgrounds.com

PS: Infelizmente não estão legendados, mas como são poucas falas e de fácil compreensão, qualquer inglês básico dá conta do recado.

Assista ao próximo episódio

Publicado por: Buzina | 09/11/2009

BAÚ DOS JOGOS – GALAGA

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A verdade está lá fora, já diria Fox Mulder, mas aqui dentro do Baú dos Jogos a verdade é que odiamos esses malditos aliens que só pensam em invadir nosso espaço. E é com esse instinto de vingança que trago:

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galaga2Lançado em 1981, pela Nanco, Galaga sem sombra de dúvidas é o filho mais elegante de Space Invaders (1978). Apesar de ele ser uma sequência de Galaxian (1979), sem dúvidas sua inspiração vem do clássico dos clássicos Space Invaders, por ser anterior e ter sido um sucesso estrondoso, enquanto que Galaxian, não chegou nem perto do sucesso dele.

galagaGalaga é um Fixed Shooter Game, um nome muito pomposo. Na real Galaga é um representante do Jogos-de-Naves-que-Descem (JdNqD). Você deve atirar nos inimigos em forma de insetos, destruindo todas eles ao longo das 255 alucinantes fases do jogo.
Apesar de parecer uma tarefa fácil, a cada fase a velocidade aumenta, deixando o desafio mais interessante e vez por outra aparece um Chefe, que tenta te sugar com seu Raio Trator, mas nada que um exímio piloto de naves espaciais de 8 Bits não consiga resolver. Você ainda conta com alguns bônus pelo jogo, como a possibilidade de jogar com duas naves “coladas”, que aumenta consideravelmente o seu poder de fogo e vidas extras.

galaga3Se meu Phantom System ainda estivesse vivo, com certeza minhas tardes seriam tão divertidas quanto as da minha infância e minha vida sexual tão nula quanto a da minha pré-adolescência. Galaga é com certeza um dos maiores passatempos já inventados no mundo, um jogo impossível de enjoar, mesmo que você jogue ele durante anos a fio, jogue tanto que nem assoprar seu cartucho de vídeo-game dê jeito para ele funcionar. Eu odeio insetos e odeio aliens, mas odeio mais que tudo Aliens em forma de Insetos e Galaga pôde me dar o prazer de destruir essas pragas durante muito tempo da minha vida. Galaga, eu te amo.
Clique na imagem para jogar

Galaga

Publicado por: Pura Especulação | 08/11/2009

VOLKS PROCESSA WORDPRESS POR PLÁGIO DE LOGOMARCA

WordPress

W: WordPress

A Volkswagen da Alemanha está processando a WordPress, gigante da internet do ramo de blogues, por plágio de logomarca.

Em declaração dada à imprensa sobre o caso, o porta-voz da Volks, Friedrich Römling, “a Worpress agiu de má-fé copiando acintosamente a logomarca de uma empresa muito mais antiga e tradicional”.

A WordPress declarou-se “chocada” com a iniciativa e prometeu tomar todas as medidas legais cabíveis para a resolução do caso.

Volkswagen

VW: semelhanças

A WordPress vem crescendo rapidamente no mercado de blogues e já registra uma média de 55 novos blogs por minuto, quase 1 por segundo. O tipo da letra W de sua logomarca lembra bastante o V superposto ao W da Volkswagen, fato esse que motivou a ação.

Outras semelhanças entre logomarcas causou polêmica, foi entre o novo visual da Pepsi e o da campanha de Barack Obama

Publicado por: Mocota Master | 07/11/2009

COMERCIAL DO PIT FALL: ESTRELANDO JACK BLACK

jack_blackEu gosto do ator Jack Black. Gosto dele desde a primeira vez que eu lembro de tê-lo visto atuar, que foi no fraquíssimo Cable Guy, filme estrelado por Jim Carrey e Matthew Broderick. O papel dele, ou melhor, a ponta que ele fez foi o que mais me chamou atenção no filme. Apareceu poucas vezes, mas marcou. Lembro que foi responsável pela minha única risada no cinema, quando fez um daqueles trejeitos rock and roll que viraram sua marca registrada.

Lembro que fiquei feliz de tê-lo visto, depois, em Marte Ataca e Eu ainda sei o que vocês fizeram no verão passado e, quando assisti a pré-estréia de Escola de Rock, tive a certeza de que o cara era um bom ator. Nada genial, mas engraçado e capaz de fazer personagens legais, como o próprio “professor” da Escola de Rock e o vendedor de discos do High Fidelity, atuar em um besterol divertidíssimo como Tenacious D, ou ainda atuar mais seriamente no King Kong de Peter Jackson.

Mas a relíquia que trago aqui é um comercial do game Pitfall, do antedeluviano vídeo-game Atari (os dinossauros irão lembrar). Jack Black, novinho e ainda magro, aparece na telinha pra vender o joguinho.

Publicado por: Desenhista | 07/11/2009

QUADRINHOS INGLÓRIOS

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Clique nos quadrinhos para ampliá-los!!

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Publicado por: Mocota Master | 06/11/2009

ASSIM FILOSOFOU DOM MAIA

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abre_aspasO chinês é que é esperto. O chinês inventou o jiu-jitsu, o judô, foi misturando com caratê, artes marciais, defesa pessoal e acabou inventando a pólvora. E depois fez logo o revólver, que ele não é maluco, mermão!fecha_aspas

Publicado por: Buzina | 05/11/2009

VIDA DE ESCRITÓRIO – ZOMBIE TAXI 2

Zombie1Zombie1Para terminar essa semana que começou com um ótimo feriado, mais uma homenagem ao maravilhoso Dia de Finados, que nos permite ficar mortão em casa, em vez de ficar zumbizando no escritório.

 

E para ajudar as pobres almas que precisam ficar penando durante horas em frente ao computador, preso em sua mesa, que trago hoje o divertidíssimo Zombie Taxi 2.
Nesse jogo você controla um Táxi, que deve ir a toda, atrás dos passageiros em uma cidade infestada de zumbis. Não se assuste com esses malditos desencarnados, para conseguir salvar os passageiros, você pode atropelar os mortos-que-andam e assim conseguir mais pontos para comprar carros novos e habilitar novas cidades. Mas não vá achando que será fácil como uma manhã de domingo, para resgatar seus passageiros, você precisará parar o táxi e não passar alucinadamente por cima deles, então tenha cuidado.

A grande vantagem desse jogo, para ser jogado em seu ambiente de trabalho, é porque você só precisará usar as setas do teclado ou o “wsda”. Ou seja, só usará uma das mãos, deixando a outra livre para folhear seus relatórios ou processos, passando a perfeita impressão de um trabalhador dedicado. Mal saberá seu chefe que você na real é o taxista do inferno matador de zumbis.
Clique na imagem para jogar

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Produzido pela USS Games.
Para ouvir e jogar:
Cranberries – Zombie

Publicado por: Desenhista | 05/11/2009

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